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A Critical Intel lança o RadarCTI a primeira plataforma de inteligência de ameaças cibernéticas com foco no Brasil



A Critical Intel anunciou o lançamento do RadarCTI, plataforma brasileira de inteligência de ameaças cibernéticas criada para apoiar empresas, órgãos públicos e setores críticos na identificação, correlação e priorização de riscos digitais com foco específico no Brasil. A proposta da solução é transformar sinais dispersos de ameaça — como domínios suspeitos, IPs, campanhas maliciosas, credenciais expostas, menções em ambientes digitais e comportamentos anômalos — em inteligência contextualizada para tomada de decisão.


Segundo a empresa, o RadarCTI nasce com o posicionamento de ser a primeira plataforma 100% nacional de inteligência de ameaças cibernéticas voltada a fortalecer a defesa e a soberania digital brasileira. A Critical Intel afirma que a solução foi desenvolvida para responder a uma lacuna comum no mercado: a dependência de ferramentas estrangeiras que, embora relevantes, nem sempre oferecem contexto suficiente sobre ameaças direcionadas ao Brasil, seus setores estratégicos, seus padrões de fraude e sua realidade operacional.


A plataforma não se limita à coleta de dados ou ao monitoramento de vazamentos. Seu principal diferencial está na camada de decisão. Na prática, isso significa cruzar múltiplos indicadores de risco, campanhas, atores, domínios, endereços IP, fontes abertas e comportamentos suspeitos para indicar o que merece atenção imediata, o que pode ser acompanhado e o que exige resposta mais rápida por parte de equipes de segurança, SOCs e times de resposta a incidentes.


A abordagem do RadarCTI segue uma lógica de inteligência antes do incidente. Em vez de atuar apenas depois que uma invasão, fraude ou vazamento se materializa, a plataforma busca identificar movimentações suspeitas e tendências de ataque com antecedência. Esse modelo é especialmente importante para organizações que precisam reduzir o tempo entre a detecção de um risco e a decisão sobre a resposta, evitando que sinais isolados passem despercebidos no meio de grandes volumes de dados.


O funcionamento da solução é descrito como um radar de ameaças digitais voltado à realidade brasileira. A plataforma monitora e interpreta sinais espalhados pela internet, deep web, dark web, redes sociais, canais de mensageria e outras fontes abertas, permitindo que empresas e instituições tenham uma visão mais clara sobre ameaças externas e internas com potencial impacto no país. A Critical Intel afirma que toda a inteligência gerada é contextualizada para o Brasil, buscando aumentar a relevância e a precisão na detecção de riscos.


Esse contexto é relevante porque o ambiente brasileiro concentra alto volume de fraudes, golpes digitais, campanhas de phishing, vazamentos de credenciais, ataques de ransomware e exploração de marcas. Em sua apresentação pública, a Critical Intel cita números expressivos associados ao cenário nacional, incluindo centenas de bilhões de tentativas de ataque contra o Brasil, vítimas de ransomware em 2025, incidentes de phishing e custo médio elevado por incidente. A empresa usa esses dados para defender a necessidade de inteligência nacional e contextualizada.


Para executivos e gestores de risco, a proposta é oferecer maior clareza sobre exposição digital, ameaças emergentes e riscos que podem afetar continuidade operacional, reputação, privacidade, conformidade e segurança de ativos críticos, com inteligência setorizada, contextualizada para a realidade de ameaças específica de cada vertical (governo, financeiro, defesa, infraestrutura crítica). Em vez de depender apenas de relatórios técnicos fragmentados ou de feeds genéricos, a plataforma pretende apoiar decisões sobre priorização de investimentos, resposta a ameaças e fortalecimento das defesas já existentes.


A Critical Intel também posiciona o RadarCTI como uma ferramenta de apoio a ambientes já estruturados de segurança. A empresa afirma que a solução pode fortalecer SIEM, SOAR, SOCs e outras ferramentas defensivas com inteligência contextualizada, funcionando como uma camada adicional para ampliar a capacidade de prevenção, detecção e resposta.


Outro ponto central da proposta é a soberania digital. A empresa defende que o Brasil precisa de tecnologias, dados e inteligência desenvolvidos para sua própria realidade, especialmente diante de ataques que exploram características locais, setores específicos, infraestrutura nacional, idioma, marcas brasileiras e canais usados por criminosos no país. No site institucional, a Critical Intel se apresenta como uma empresa pioneira em pesquisa e desenvolvimento em inteligência cibernética voltada ao contexto brasileiro.


A plataforma tem aplicação direta para governos, empresas e sociedade. Para o setor público, a proposta inclui apoio à defesa contra espionagem, proteção de serviços públicos e resiliência digital. Para empresas, o foco está em inteligência setorial, antecipação de ameaças e redução de riscos em operações críticas, como bancos, energia, telecomunicações e saúde. Para a sociedade, a companhia destaca o combate a golpes digitais, desinformação e ameaças à privacidade.


Com o lançamento do RadarCTI, a Critical Intel busca ocupar um espaço estratégico no mercado brasileiro de segurança cibernética: o da inteligência de ameaças orientada à decisão. A mensagem central da empresa resume esse posicionamento: o RadarCTI não entrega apenas alertas, mas clareza para decisão.

 
 
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