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IA é uma assistente indispensável, mas não substitui o ser humano, alerta CEO da Safe Software

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    Cyber Security Brazil
  • há 3 dias
  • 2 min de leitura

PÚBLICIDADE | Conteúdo patrocinado por Black Box AI


À medida que a Inteligência Artificial assume tarefas cada vez mais próximas às de um programador júnior, cresce também a discussão sobre até onde a automação pode ir sem comprometer o fator humano. Esse alerta foi feito por Don Murray, CEO da Safe Software, ao afirmar que a IA já é indispensável como assistente, mas nunca deve ser tratada como autoridade final.


Esse ponto dialoga diretamente com a proposta da Black Box AI: usar a IA para potencializar o trabalho humano, acelerar análises, reduzir erros repetitivos e ampliar a capacidade técnica sem substituir o julgamento crítico de quem entende do negócio, do código ou do contexto.


IA precisa de dados. Profissionais precisam de contexto.


Murray destaca que a IA tem uma “sede infinita por dados”, mas que decisões críticas exigem algo que modelos sozinhos não possuem: experiência prática e responsabilidade humana. A Black Box AI nasce exatamente nesse equilíbrio.


Na prática, a plataforma atua como uma copilota técnica, ajudando desenvolvedores, analistas e engenheiros a:


  • Entender códigos complexos e legados;

  • Detectar falhas de lógica, segurança e performance;

  • Gerar explicações claras sobre o porquê de uma sugestão;

  • Acelerar troubleshooting, refatoração e aprendizado técnico.


Tudo isso mantendo o profissional no controle da decisão, reforçando o conceito de human in the loop citado por Murray.


Precisão não é opcional em ambientes críticos


O CEO da Safe Software chama atenção para um ponto sensível: 80% ou 90% de acurácia pode ser inaceitável em setores como engenharia, saúde ou infraestrutura crítica. É por isso que ferramentas de IA não podem ser usadas como “caixas-pretas” decisórias.


A Black Box AI se diferencia justamente por:


  • Tornar transparentes as sugestões geradas;

  • Explicar raciocínios, dependências e impactos;

  • Apoiar validações técnicas antes da execução;

  • Reduzir o risco de “aceitar cegamente” uma resposta da IA.


Ou seja, a IA acelera mas quem assina a decisão continua sendo o humano.


O risco invisível: pular a formação de novos especialistas


Um dos alertas mais fortes de Murray é estratégico: empresas que deixam de contratar profissionais juniores por confiar apenas na IA podem criar um vácuo de conhecimento no futuro. Experiência não se baixa como software ela se constrói.


Nesse cenário, a Black Box AI atua como uma ferramenta de nivelamento técnico, permitindo que:


  • Profissionais mais novos ganhem produtividade sem pular etapas de aprendizado;

  • Profissionais experientes validem, corrijam e orientem decisões;

  • O conhecimento seja transferido, documentado e compreendido com mais rapidez.


A IA não substitui a carreira ela acelera a evolução dela.


IA veio para ficar, mas não para decidir sozinha


Assim como a internet deixou de ser vista como “bolha” para se tornar infraestrutura essencial, a IA seguirá evoluindo. A diferença estará em como ela é usada. Plataformas como a Black Box AI mostram que o futuro não é humano versus máquina é humano + IA, cada um no papel certo.


Teste na prática


Usando o cupom CYBER, você garante 1 mês de acesso gratuito à Black Box AI, com todos os recursos liberados, e pode experimentar como a IA pode acelerar seu trabalho técnico sem abrir mão do controle, da segurança e do pensamento crítico.

 
 
 

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