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Ataque hacker paralisa sistemas de pagamento de museus na Alemanha e força pagamentos apenas em dinheiro vivo

  • Foto do escritor: Cyber Security Brazil
    Cyber Security Brazil
  • 26 de jan.
  • 2 min de leitura


A Dresden State Art Collections, uma das redes de museus mais antigas e prestigiadas da Europa, foi alvo de um ataque cibernético direcionado que comprometeu grande parte de sua infraestrutura digital. A informação foi confirmada nesta semana pelo Ministério da Cultura do estado da Saxônia.


O incidente deixou a instituição operando com serviços digitais e telefônicos limitados. Como consequência, a venda de ingressos online, os serviços de atendimento ao visitante e a loja virtual dos museus estão temporariamente indisponíveis. Além disso, os pagamentos presenciais nas unidades só podem ser realizados em dinheiro. Segundo a administração, ingressos comprados antes do ataque continuam válidos e podem ser utilizados normalmente na entrada.


Apesar das restrições operacionais, os museus seguem abertos ao público. As autoridades informaram que os sistemas de segurança responsáveis pela proteção dos acervos não foram afetados e que tanto a segurança física quanto a técnica permanecem intactas.


Conhecida pela sigla SKD, a rede ainda não tem previsão para a restauração completa dos sistemas comprometidos. Até a última atualização, divulgada na sexta-feira, a instituição continuava funcionando sob limitações, sem novos detalhes sobre a extensão total do ataque, conforme relatado pela imprensa local com base em declarações de um porta-voz.


As autoridades não divulgaram quem estaria por trás do ataque nem quais teriam sido as motivações. Também não há confirmação sobre a existência de pedido de resgate ou de negociações em andamento com possíveis hackers.


A Dresden State Art Collections administra cerca de 15 museus e abriga obras de mestres como Raphael e Rembrandt, além do famoso Green Vault, considerado um dos mais ricos tesouros da Europa, conhecido por suas joias reais e peças em ouro.


O caso reforça uma tendência preocupante: instituições culturais têm se tornado alvos frequentes de grupos hackers nos últimos anos. Em 2023, o museu nacional do Canadá levou semanas para restaurar sistemas após um ataque de ransomware. Já em 2022, a Metropolitan Opera, em Nova York, sofreu um ataque que afetou bilheterias e vendas de ingressos durante a alta temporada. Bibliotecas de grande porte também foram impactadas, como a British Library e a Toronto Public Library, que enfrentaram longos períodos de recuperação após incidentes semelhantes.

 
 
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